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A importância da amamentação

08/02/2017 - 14:38 Por IMAG
A importância da amamentação
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Considerado o alimento mais completo para o bebé, o leite materno contém o equilíbrio ideal dos nutrientes que o bebé necessita para estar nutrido, crescer e se desenvolver com saúde. Além disso, contém substâncias tais como anticorpos e glóbulos brancos, essências para proteger o organismo da criança contra infeções.

A amamentação pode realmente fazer diferença na vida da criança. Bebés alimentados exclusivamente com leite materno, nos primeiros seis meses de vida, são geralmente mais resistentes a infeções, alergias, doenças e até mesmo complicações mais simples, como cólicas.

O leite materno contém enzimas que já são conhecidas pelo organismo da criança, ao contrário do leite de vaca ou de leites artificiais que são estranhos para o bebê e, por isso, podem causar alergias intestinais.

Ao contrário de outros leites, a proteína do leite materno não fermenta tanto para ser digerida, produzindo assim menos gases e evitando as cólicas.

A ingestão de ar no momento em que o bebé está a sugar o leite, é outro fator que está na origem das cólicas, e é que consideravelmente maior utilizando o beberão do que o peito. 

O leite materno é geralmente suficiente para manter a criança alimentada durante os seus primeiros 6 meses de vida, sem necessidade de gastos extra, esterilizações dos biberões, estando pronto a servir a qualquer hora e com a temperatura perfeita para o bebé.

O próprio ato de sucção ajuda a melhorar a formação da boca do bebé e o alinhamento dos dentes, promove uma melhor flexibilidade na articulação das estruturas envolvidas no processo da fala, estimula o padrão respiratório nasal, ajuda no desenvolvimento dos pulmões e fortalece-os contra alergias.

A amamentação tem paralelamente um papel importante para o desenvolvimento emocional do bebé, uma vez que promove uma forte ligação emocional com a mãe, transmitindo à criança segurança e tranquilidade, de modo a facilitar, posteriormente, o seu relacionamento com outras pessoas.

A amamentação ajuda ainda no desenvolvimento da criança, a nível neurológico, psicomotor e cognitivo e aumenta o QI.

Para a própria mãe, a amamentação ativa a produção da hormona ocitocina, que é responsável por aumentar os cuidados e o vínculo afetivo com o seu bebé, permite ajudar no descolamento da placenta, contribuindo para que o útero regresse ao seu tamanho normal, evitando assim, o risco de hemorragias e, consequentemente, que a mãe sofra de anemia.

A amamentação permite ainda a mulher retomar mais rapidamente o peso que tinha antes da gravidez e ajuda a diminuir os riscos de doenças como a osteoporose, doenças cardíacas, cancro da mama e nos ovários, depressão e hemorragias pós-parto, além ser um ato que proporciona à mãe sentir-se mais segura e menos ansiosa, estimula a sua autoestima, o bem-estar e a realização da mulher. 

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