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Doenças que chegam com o inverno: saiba como proteger o seu filho

04/10/2017 - 10:06 Por IMAG
Doenças que chegam com o inverno: saiba como proteger o seu filho
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Assim que as temperaturas começam a baixar, começamos a ouvir a sinfonia de tosses e espirros que anunciam a chegada da época mais temida pelos pais.

Apesar do incômodo tremendo, normalmente estes episódios não costumam ser grandes motivos de preocupação, desde que detetados e tratados a tempo.

Controlá-los em estado inicial é importante para evitar que se compliquem ou contaminem o sistema imunitário, abrindo a guarda para infeções secundárias mais graves, como a pneumonia.

 

Os problemas mais comuns

As mais prevalentes na estação do frio estão as crises alérgicas, como asma e rinite. Quem tem propensão genética reage exageradamente aos agentes que não são potencialmente nocivos. A presença em ambientes fechados; o pó doméstico; a queda na humidade do ar; os ácaros acumulados em cobertores, edredons e agasalhos de lã guardados precipitam esses quadros. As janelas fechadas e a aglomeração de pessoas também favorece a transmissão de micro-organismos, o que se traduz em infeções virais como a bronquiolite e a gripe.

 

Para não sermos apanhados de surpresa devemos estra conscientes de como se manifestam as principais patologias desta época:

Bronquiolite: doença respiratória surge nos mais pequenos partir dos seis meses de vida até cerca dos 2 ou 3 anos de idade. Normalmente começa com uma consipação e por volta do terceiro ao quinto dia a criança fica com chiado e dor no peito. É uma patologia viral, que pode ser causada por inúmeros vírus, mas o mais comum é o sincicial respiratório (VSR).

Quando estão com bronquiolite, as crianças costumam ficar mais cansadas, com febre baixa e secreção nasal, normalmente dura cerca de 7 dias.

 

O que devemos fazer?

“Lavar o nariz dos mais pequenos com soro fisiológico, ir controlando para ver se não evolui e avaliar se existe uma espécie de pieira ao respirar. Nesse caso devemos levar ao médico para avaliar.

 

Constipação e gripe: embora os sintomas sejam parecidos, a gripe costuma comprometer mais o estado geral dos pequenos. A constipação ataca normalmente as vias respiratórias, criando obstrução nasal, uma ligeira febre. Já na gripe a febre aparece acima de 38 graus, associada com dores no corpo, às vezes dor de garganta e cansaço. O problema é que a gripe por vezes complicar e causar infecções bacterianas como otite e pneumonia. Nesse caso, Nestas situações devemos recorrer a um médico, pois é possível que seja necessário a prescrição de antibiótico.

Devemos ter especial atenção a crianças com menos de 5 anos, que possam apresentar fatores de risco como problemas de rins, asma ou que fazer quimioterapia.

A vacinação poderá ser uma opção na prevenção da gripe.

 

Amigdalite: dor de garganta é temida pelos pais e pelos pequenos, pois causa grande desconforto, pode ser viral ou bacteriana. Por norma a amigdalite bacteriana não apresenta sintomas respiratórios. No entanto a criança pode desenvolver febre alta, inchaço no pescoço, dor de cabeça e até abdominal, mas o pus não é exclusivo. Para ter certeza que se trata de uma infecção causada por bactérias, os médicos devem fazer uma recolha de amostra do material da garganta dos mais pequenos.

 

Laringite: inflamação da laringe e tem como principal sintoma a tosse. “A região inflama, faz edema e fica magoada. A laringite pode fazer parte de uma constipação. Geralmente é causada por vírus e requer avaliação de um pediatra para verificar se há necessidade de prescrever medicação para o tratamento.

Otite: a famosa dor de ouvido acompanhada de febre alta, pode ser consequência por complicações decorrentes de rinite, constipação ou mesmo gripe. A otite acontece quando existe acumulação de secreções no ouvido médio. O canal auditivo que liga o ouvido às vias aéreas é muito pequeno e horizontal, por isso, é fácil acumular secreção nesse local”.

Nem sempre é necessário recorrer aos antibióticos, em alguns casos, os analgésicos e a famosa lavagem nasal resolvem o problema.

Pneumonia: Esta pode ser de origem viral ou bacteriana, mas exige muita atenção por parte dos pais, pois pode evoluir para outras complicações mais graves.

Os sintomas são tosse, febre alta, peito com pieira, respiração acelerada e cansaço. Os pais devem prestar atenção para ver se os mais pequenos estão muito prostrados, se dormem, se não beberem água acabam por desidratar.

 

Como evitar

Coloque edredons, cobertores e roupas de lã ao sol antes de utilizá-los, para eliminar os ácaros.

Humidifique o ar, evite fumas ao pé dos mais pequenos,  mantenha o ambiente limpo com um pano húmido e evite lugares fechados;

Ingestão de líquidos,

Consumir alimentos ricos em vitamina C, como laranja, limão, kiwi,

Aplicar soro fisiológico no nariz regularmente,

Praticar atividade física ao ar livre;

Lavar as mãos com água e sabão frequentemente;

 

Se apesar de todos os cuidados é possível que os mais pequenos acabem por sofrer alguma das patologias típicas do inverno.

Esteja atento aos sintomas e não negligencie sintomas como por exemplo tosse persistente e chiado no peito. Pois podem indicar doenças mais sérias, como bronquiolite que, sem uma intervenção adequada, pode evoluir para insuficiência respiratória ou predispor a criança a problemas alérgicos no futuro.

 

 

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